terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
domingo, 25 de janeiro de 2009
E parabéns...

Aniversário de São Paulo.
Eu sou Joseense e, claro, com um orgulho imenso. São José não é só o Ita, ou só a Embraer, ou só a Petrobrás... São José tem vida, uma vida menos agitada que São Paulo, mas uma vida confortável e um pouco mais segura. Mas vim falar de São Paulo...
Na verdade, São Paulo não é o monstro que muita gente diz, nem o mar de rosas que outros querem passar. São Paulo é perigoso pra quem morre de medo. Desde que me mudei nunca senti medo. Não que eu seja algo heróica ou, quem sabe, a coragem em pessoa, mas se eu for viver com medo, me esconder com medo, não vale a pena viver.
Posso passar horas sentada no Parque da Aclimação ou no Ibirapuera, só vendo. Ali passam vidas, passa a natureza, passa o ar poluído e puro por um instante... Ali passa o que São Paulo é... Uma miscigenação totalmente diferente de qualquer lugar que eu tenha passado (não que eu já tenha passado por muitos lugares, afinal são só poucos anos de vida). São Paulo tem gente estranha, tem gente alegre, tem gente bonita, tem muita gente mau humorada e tem gente engraçada. Tem gente que se veste super bem, como se vivessemos em Nova York num "frio" de 20ºC. Tem gente que se veste mal, mas não por falta de dinheiro, por falta de estilo. Tem gente que se veste bem e mais simples impossível. Tem gente que ostenta e tem gente que precisa.
E São Paulo não é apenas das roupas caras, acessórios, carros, transito e poluição. É dos olhares. Se você parar pra reparar por segundos. Os olhares das pessoas são tão mais diversos que suas roupas, seus brincos e seus sapatos. Seu carro do ano fica sem valer um tostão quando você vê o olhar inexpressivo de quem o dirige. Mas o seu bilhete único fortalece quando você vê esperança e muita alegria em apenas um olhar.
Essa é uma visão um tanto quanto romântica e, admito, sobre São Paulo. A terra de quem foi pra ganhar seu pão. A terra de quem veio de longe, a terra de quem veio de perto. A terra que tem gente de todas as terras. A terra que cada bairro é uma perdição, em compras, em cultura, em estilo, em pessoas. A terra em que todo mundo é diferente um do outro, nem todo mundo segue a mesma moda. A terra em que, às vezes, se você sai esquisita de casa, poucos vão reparar. Se o seu cabelo não está nos conformes, tá ok, o de muita gente também não está.
Não existe um meio termo pra definir São Paulo, ele é ao mesmo tempo 8 e 80. Coisas extremamente boas, extremamente ruins. Mas para morar em São Paulo, pelo menos pra mim, é o meio termo maravilhoso de se viver. Posso ter de sair mais cedo de casa por causa do trânsito, mas isso eu compenso com 4 ônibus em 3 horas, com uma ida a algum centro cultural e ver um filme que você nunca veria nas locadoras passar de graça. É ter milhares de sebos a sua disposição, é ter lojas de moveis usados, é ter a vista da 23 de maio congestionada às 18h, é ter a Paulista das diversidades, é ter os parques lindíssimos e ao fundo deles prédios e mais prédios.
São Paulo é indescritível e para caracterizá-la é preciso muito mais que meros adjetivos. Não há porque escrever páginas e páginas sobre uma cidade que só se conhece vivendo.
E ainda que eu não seja paulistana, não seja criada em São Paulo, não existe lugar nenhum como São Paulo e não existe um reduto melhor pra minha solidão e pra minha socialidade. (Mas não existe colo melhor que São José!)
Talvez eu não seja a melhor pessoa a escrever algo sobre essa cidade, mas o que eu passei durante o tempo que vivo aqui, não existe como descrever!
Eu sou Joseense e, claro, com um orgulho imenso. São José não é só o Ita, ou só a Embraer, ou só a Petrobrás... São José tem vida, uma vida menos agitada que São Paulo, mas uma vida confortável e um pouco mais segura. Mas vim falar de São Paulo...
Na verdade, São Paulo não é o monstro que muita gente diz, nem o mar de rosas que outros querem passar. São Paulo é perigoso pra quem morre de medo. Desde que me mudei nunca senti medo. Não que eu seja algo heróica ou, quem sabe, a coragem em pessoa, mas se eu for viver com medo, me esconder com medo, não vale a pena viver.
Posso passar horas sentada no Parque da Aclimação ou no Ibirapuera, só vendo. Ali passam vidas, passa a natureza, passa o ar poluído e puro por um instante... Ali passa o que São Paulo é... Uma miscigenação totalmente diferente de qualquer lugar que eu tenha passado (não que eu já tenha passado por muitos lugares, afinal são só poucos anos de vida). São Paulo tem gente estranha, tem gente alegre, tem gente bonita, tem muita gente mau humorada e tem gente engraçada. Tem gente que se veste super bem, como se vivessemos em Nova York num "frio" de 20ºC. Tem gente que se veste mal, mas não por falta de dinheiro, por falta de estilo. Tem gente que se veste bem e mais simples impossível. Tem gente que ostenta e tem gente que precisa.
E São Paulo não é apenas das roupas caras, acessórios, carros, transito e poluição. É dos olhares. Se você parar pra reparar por segundos. Os olhares das pessoas são tão mais diversos que suas roupas, seus brincos e seus sapatos. Seu carro do ano fica sem valer um tostão quando você vê o olhar inexpressivo de quem o dirige. Mas o seu bilhete único fortalece quando você vê esperança e muita alegria em apenas um olhar.
Essa é uma visão um tanto quanto romântica e, admito, sobre São Paulo. A terra de quem foi pra ganhar seu pão. A terra de quem veio de longe, a terra de quem veio de perto. A terra que tem gente de todas as terras. A terra que cada bairro é uma perdição, em compras, em cultura, em estilo, em pessoas. A terra em que todo mundo é diferente um do outro, nem todo mundo segue a mesma moda. A terra em que, às vezes, se você sai esquisita de casa, poucos vão reparar. Se o seu cabelo não está nos conformes, tá ok, o de muita gente também não está.
Não existe um meio termo pra definir São Paulo, ele é ao mesmo tempo 8 e 80. Coisas extremamente boas, extremamente ruins. Mas para morar em São Paulo, pelo menos pra mim, é o meio termo maravilhoso de se viver. Posso ter de sair mais cedo de casa por causa do trânsito, mas isso eu compenso com 4 ônibus em 3 horas, com uma ida a algum centro cultural e ver um filme que você nunca veria nas locadoras passar de graça. É ter milhares de sebos a sua disposição, é ter lojas de moveis usados, é ter a vista da 23 de maio congestionada às 18h, é ter a Paulista das diversidades, é ter os parques lindíssimos e ao fundo deles prédios e mais prédios.
São Paulo é indescritível e para caracterizá-la é preciso muito mais que meros adjetivos. Não há porque escrever páginas e páginas sobre uma cidade que só se conhece vivendo.
E ainda que eu não seja paulistana, não seja criada em São Paulo, não existe lugar nenhum como São Paulo e não existe um reduto melhor pra minha solidão e pra minha socialidade. (Mas não existe colo melhor que São José!)
Talvez eu não seja a melhor pessoa a escrever algo sobre essa cidade, mas o que eu passei durante o tempo que vivo aqui, não existe como descrever!
domingo, 18 de janeiro de 2009
É já é 2009!
Lacinho !
"Aqui que o pernilongo me mordeu, maldito, aqui tá cheio deles"
"Do Milhooo"Hã.
2009 começou e acho que começou bem. Nada de extraordinário, mas de começar rodeado de gente boa, já foi ótimo.
Comecei o ano meio lenta e ainda não peguei o ritmo de 2009. Férias é outra coisa! Mas sem viajar não é uma coisa tão legal assim. Tô com umas idéias meio paradas pra realizar, mas vamos devagar, mas sem parar.
É... Ainda não fui pra São Paulo desde o começo do ano (e tô em dividas lá, certeza que chegou várias contas!). Esse ano mudo de casa de novo, espero que eu ache uma legal até março eu preciso estar em outra casa/ap, tanto faz por mim.
Não queria deixar isso aqui abandonado, porque ando com a cabeça mais a mil do que nunca, mas tá osso.
Então deixo com fotos de um role de sol, muito sol, calor, muito calor e chuva, muita chuva. Tudo aos extremos. Sem meio termos. E, depois, de açai, muito açai (pelo menos muito açai pra mim que tomei 500ml)...
Vai, vai, vai, vai, vai.
E nem vem, você deve ter o cú amarrado com o diabo, creeeedo!
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Leite de Pedra Mineira
Se tivesse um jeito de tirar leite de pedra, esse seria meu jeito. Transformar em arquivos digitais, já!Semanas fods.
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Design.Novidades,
Pensamento,
Trabalhos Manuais
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Notícias não tão boas assim
Às vezes as coisas acontecem de forma inesperada. Chocam. Coisa de de repente. Nem sempre as surpresas são boas. Sem tempo de se despedir, de dar um abraço forte em todo mundo e receber os elogios que ele merecia ouvir, ele se foi. E deixou todo mundo espantado, triste e sem palavras com o que aconteceu.
A gente se conheceu através de amigos em comum. E, aos poucos, devagar, a gente foi se conhecendo e ficando amigo. Não foi daquelas amizades intensas, que acontecem do nada, viram super amigos e depois acaba. Não, foi daquelas que se constrói com cada conversa, com cada conselho, com cada elogio e com cada puxão de orelha. E, mais engraçado que tudo isso, foi que, a gente se sentia tão confortável conversando que sempre escapava um "fica aí a revelação". Aquelas fraquezas, que eu sou dura na queda de assumir, ele com certeza sabia. E sabia que pra mim era muito difícil admitir ser fraca em alguns momentos.
E naquele dia, horas antes de saber do que aconteceu, eu procurei um link e encontrei um ultimo depoimento, que fazia muito tempo que eu tinha deixado, e senti uma saudade, fazia dias que não nos falávamos. Ele foi sem o adeus e o abraço que merecia, mas de uma coisa eu tenho certeza, ele me conhecia e, sabia que eu o admirava muito, a paciência, os RI alto, as bobeiras e, é claro, o apelido. E parecia que cada tchau que davamos, era pra dizer, o quanto eu respeito você. Sei que ainda não consegui ligar que a sua janela do msn não vai mais subir, que eu não vou mais rir das bobeiras que falavamos juntos e que não vamos mais ficar trocando sons. Mas, que você descanse em paz, porque você viveu pouco, mas fez a diferença.
Fil, você é o que vale!
A gente se conheceu através de amigos em comum. E, aos poucos, devagar, a gente foi se conhecendo e ficando amigo. Não foi daquelas amizades intensas, que acontecem do nada, viram super amigos e depois acaba. Não, foi daquelas que se constrói com cada conversa, com cada conselho, com cada elogio e com cada puxão de orelha. E, mais engraçado que tudo isso, foi que, a gente se sentia tão confortável conversando que sempre escapava um "fica aí a revelação". Aquelas fraquezas, que eu sou dura na queda de assumir, ele com certeza sabia. E sabia que pra mim era muito difícil admitir ser fraca em alguns momentos.
E naquele dia, horas antes de saber do que aconteceu, eu procurei um link e encontrei um ultimo depoimento, que fazia muito tempo que eu tinha deixado, e senti uma saudade, fazia dias que não nos falávamos. Ele foi sem o adeus e o abraço que merecia, mas de uma coisa eu tenho certeza, ele me conhecia e, sabia que eu o admirava muito, a paciência, os RI alto, as bobeiras e, é claro, o apelido. E parecia que cada tchau que davamos, era pra dizer, o quanto eu respeito você. Sei que ainda não consegui ligar que a sua janela do msn não vai mais subir, que eu não vou mais rir das bobeiras que falavamos juntos e que não vamos mais ficar trocando sons. Mas, que você descanse em paz, porque você viveu pouco, mas fez a diferença.
Fil, você é o que vale!
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
32ª Mostra Internacional de Cinema
32ª Mostra Internacional de CinemaFods!
Preços
Ingresso Individual:
De Segunda a Quinta
Inteira - R$ 14,00
Meia - R$ 7,00
Sextas, Sábados e Domingos
Inteira - R$ 18,00
Meia R$ 9,00
Tem também pacotes promocionais e valores permanentes.
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